Sábado, 18 Maio 2024

#informaçãoSEMfiltro!

Uma coletividade pacífica de revoltados

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A derrota do FC Porto frente ao Brugges representou mais um “segundo” episódio esporádico (o primeiro aconteceu frente ao Rio Ave) e não o corolário de um determinado ciclo de maus resultados. Isto porque os ciclos pressupõem uma leitura mais fácil, imediata e, acima de tudo, a perceção rápida do fator que está a causar o problema maior. No caso do contexto esporádico, tal não acontece. Nesta ótica, há pelo menos uma conclusão positiva que se pode tirar: quem consegue, há cerca de uma semana, controlar o Atlético de Madrid e estar muito perto de vencer o jogo, também consegue vencer, ou pelo menos dar outra capacidade de resposta, a um Brugges que venceu o jogo com todo o mérito. Não se passa do oitenta ao oito numa semana. Ou, quando tal acontece, verifica-se que o problema não é tanto nem do processo nem dos intervenientes, mas antes de fatores emocionais que condicionam o desempenho e os respetivos resultados.

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