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Segunda-feira, Maio 10, 2021
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Ponte de Lima quer construir primeiro museu nacional e da Europa de canoagem

A Câmara de Ponte de Lima quer construir de raiz o primeiro museu em Portugal e na Europa dedicado à canoagem, um projeto de “referência” que visa a “afirmação do concelho no turismo e no desporto náutico internacional”.

“É um museu muito importante para Ponte de Lima, para o Alto Minho, para o Norte e para o país, sendo o único museu português da canoagem. De acordo com as informações que procurei obter, o primeiro na Europa”, disse o presidente da Câmara, Victor Mendes.

Segundo o autarca do CDS-PP, aquela modalidade “tem dado muito ao desporto nacional, através da conquista de títulos de dimensão internacional, com particular destaque para o canoísta Fernando Pimenta”, natural daquele concelho do distrito de Viana do Castelo.

“O Fernando Pimenta terá um espaço próprio neste museu”, disse.

Victor Mendes adiantou que o edifício, a construir de raiz, junto ao Centro Náutico Fernando Pimenta, em Ponte de Lima, “representará investimento significativo”.

“Não temos valor estimado para o projeto, mas já sabemos que pela sua dimensão e complexidade, envolverá sempre largas centenas de milhares de euros. O objetivo é encontrar fontes de financiamento no novo Quadro Comunitário de Apoio 2030, no Plano de Recuperação e Resiliência e em projetos transfronteiriços, enquadrado como fator de competitividade e atratividade do Alto Minho”, explicou.

“Não queremos um museu estático, sem vida. O objetivo é construir o novo equipamento muito perto do Centro Náutico Fernando Pimenta, para criar uma dinâmica de complementaridade, entre o espaço museológico e a atividade do clube”, acrescentou Victor Mendes.

O autarca reforçou que não será um modelo de museu “tradicional, que se circunscreva apenas ao espólio”.

“Pretende-se um espaço dinâmico, interativo, com função pedagógica do desporto, do turismo náutico e dos ecossistemas ligados a estas atividades, nomeadamente o rio Lima. Vamos trabalhar conjuntamente com o IPDJ no modelo museológico para elaborarmos um projeto de arquitetura de referência, que se enquadre no espaço em causa “, especificou.

Victor Mendes acrescentou que “o município ficará responsável pela construção do museu” e, posteriormente “estabelecerá um conjunto de protocolos, nomeadamente, com o Centro Náutico para que assegure a sua manutenção e com o IPDJ e a Federação Portuguesa de Canoagem, responsáveis pelo apoio técnico e do espólio”.

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