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Segunda-feira, Maio 10, 2021
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Costa afirma que já foram vacinados 168 mil utentes e profissionais de lares de idosos

O primeiro-ministro afirmou que cerca de 168 mil utentes e profissionais de lares de idosos foram já vacinados, num total de 193 mil, e frisou que a segunda toma da vacina está garantida para este grupo.
António Costa avançou com este indicador após ter estado reunido em São Bento com responsáveis da União das Misericórdias Portuguesas, União das Mutualidades Portuguesas, Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade e Confederação Cooperativa Portuguesa.
Uma reunião em que também esteve presente a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, e que se destinou a fazer uma avaliação sobre a execução do plano de vacinação nos lares.
Numa declaração sem direito a perguntas por parte dos jornalistas, o primeiro-ministro referiu que “o primeiro grande desafio do processo de vacinação era abranger cerca de 193 mil pessoas que estão nas estruturas residenciais e lares de idosos”.
“O Governo tinha antecipado para esta semana a conclusão da primeira toma da vacina e é bom ouvir que o processo decorreu genericamente bem. Das 193 mil pessoas, temos já 168 mil que estão vacinadas”, apontou.
Em relação às restantes pessoas ainda em falta, o líder do executivo disse que são cidadãos que estão a residir em instituições em que se registaram surtos ativos de covid-19 e, como tal, o processo de vacinação só pode ter lugar quando se ultrapassarem esses surtos epidémicos.
“Quero também deixar uma palavra de tranquilidade a todas as pessoas que já tiveram a primeira toma da vacina, porque está assegurada a reserva necessária para garantir a segunda. O processo não ficará a meio”, prometeu.
De acordo com o líder do executivo, na segunda fase de vacinação, seguindo-se a recomendação da Comissão Europeia, serão vacinados todos os cidadãos com mais de 80 anos – “um objetivo muito ambicioso, mas que Portugal está em condições de assumir”.
Numa mensagem mais política, o primeiro-ministro defendeu que o processo de vacinação “foi um dos momentos mais importantes de cooperação entre o Serviço Nacional de Saúde, os serviços da Segurança Social e as instituições”.
“É um excelente exemplo daquilo que é necessário fazer no futuro”, acrescentou.

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