Domingo, 14 Abril 2024

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Centro Recreativo de Mafamude celebra o seu 110º aniversário sem festa

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O Centro Recreativo de Mafamude celebrou o seu 110º aniversário no dia 5 de fevereiro. Mas devido à pandemia as festas foram deixadas de lado, como afirma Cristina Guerrelhas da Associação Recreativa de Mafamude. O Centro surgiu com o intuito de convívio entre os sócios, e à medida que os anos foram passando, também as atividades mais modernas e do seu tempo foram acompanhando o andar do tempo, e introduzido novas atividades no Centro. 

O seu propósito engloba três áreas, cultura, recreio e desporto. A sua Presidente é Paula Carvalho, e o seu Vice-Presidente, também responsável das danças Andinas, é Paolo Herrera.

As atividades são muitas e diversas, dentro da atividade cultural destaca-se as atividades musicais, onde têm uma banda, Sons d’outrora, ao som do cavaquinho. Tem também o Intichaski, grupo de danças Andinas, onde por vezes os alunos só dançam, outras vezes dançam e cantam e algumas vezes só cantam.
Há aulas de piano, “ministradas por professores profissionais, aliás aqui só há professores profissionais em todas as áreas de atuação”, atesta Cristina Guerrelhas do CRM. Também há aulas de viola, e gaita de foles.

Além disto ainda fazem bailes, “agora um pouco mais parado”, também fazemos eventos, “já estivemos no Corpus Christi, em Sta Marinha e no Auditório Municipal de Vila Nova de Gaia”, refere.

No Centro Recreativo há idades muito variadas. “Vai dos três aos oitenta e muito, noventa anos”.

Há uma imensa variedade de atividades que se podem praticar no Centro e vão desde Ginástica de Manutenção, ginástica acrobática infantil, karaté, Tai-chi, danças modernas, natação e hidroginástica, treino funcional, pilates, fitness work out, danças Andinas onde “penso que somos os pioneiros em Portugal” e Zumba. “Estas são no fundo as atividades que se praticam no Centro, a natação e a hidroginástica estão suspensas devido ao Covid, mas são fora das instalações, não temos piscina no Centro”. “De resto tudo funciona, é claro que com todas as medidas exigidas pela DGS, distanciamento social obrigatório, higienização das salas, desinfeção das mãos”, sintetiza Cristina Guerrelhas.

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