Domingo, 14 Abril 2024

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A “ansiedade de separação” é uma realidade

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Muitos animais sofrem de “ansiedade de separação” que, muitas vezes, pode ser um grande desafio para estes tipos de serviços.

Para os petsitters, Luísa Cupertino esclarece: “Nós não substituímos os tutores. Tentamos que no lar não tenham acesso a objetos que se possam partir ou estragar. E o carinho nunca é demais e é garantido.”

Mas não só os petsitters têm esta dificuldade. Miguel Pereira relata: “Mesmo com todos os cuidados, alguns animais, por stress e ansiedade de separação do dono, ficam abatidos e a comer pior. Alguns requerem atenção e muito carinho para ultrapassar essa ansiedade. Então, com o serviço cuidado de hotel, normalmente não têm esse problema. Contudo, há alguns animais que chegam a precisar de consultas de comportamento com o médico veterinário especializado e podem chegar a precisar de fazer medicação.”

Requisitos para admissão neste tipo de hotéis:
Deve ter as vacinas em dia, nomeadamente para as doenças mais comuns, como a esgana, hepatite, parvovirose, leptospirose, raiva e tosse de canil. O ideal é contactar o hotel em que pretende deixar o animal e perguntar quais são as necessárias.
Para além disto, deve ter também uma desparasitação interna e externa, válida até à data de check-out.

Marta, Santa Marinha – cadela Boxer, chamada “Sky” de 7 anos

Nunca deixo a minha cadela com ninguém. Costumo levá-la sempre comigo para todo o lado, até nas férias. Se o hotel não aceitar animais, ou acampo na praia ou num parque de campismo ou vou para uma casa privada.

Rita Guedes, Porto – cão Pastor Alemão, chamado “Balu” de 7 meses

O meu Balu tem agora 7 meses, é a primeira vez que vou separar-me dele, mas sei que está em boas mãos. Vai ficar uma semana com os meus avós e tenho a certeza que vai estar muito feliz na mesma.

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