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ACIGAIA sem telefone devido a avaria acusa MEO de ignorar comerciantes

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A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Vila Nova Gaia (Acigaia) acusou hoje a operadora de comunicações MEO de “ignorar as necessidades” de milhares de comerciantes do concelho por manter a instituição sem telefone há um mês.

“Num momento como este, com a pandemia [da covid-19], com estabelecimentos fechados e a ameaçar falir que necessitam de apoio, ajuda, de tirar dúvidas, uma associação como a nossa não pode estar sem telefone e sem solução à vista”, disse o presidente da Acigaia, Francisco Oliveira.

A situação ocorre desde o dia 25 de janeiro e gerou por parte da associação dezenas de contactos com a operadora, descreveu o dirigente que se queixa de receber como resposta que “o assunto está a ser tratado, mas nada acontece”.

Depois do primeiro contacto, a Acigaia recebeu a visita de um técnico que concluiu que a situação teria origem numa avaria exterior, mas após vários contactos posteriores o problema mantém-se.

Francisco Oliveira disse que “já viu equipas de exterior”, mas desconhece se estiveram a tratar a avaria, o certo é que “o telefone se mantém desligado”.

A sede da Acigaia localiza-se na Rua General Torres, a cerca de 100 metros da Avenida da República e estima que o concelho tenha cerca de 12.000 estabelecimentos comerciais e sabe que, devido às contingências da covid-19, “pelo menos cerca de 2.500 a 3.000 estão fechados”.

Atualmente a associação representa mais de 1.000 associados, tendo perdido 70 no último ano devido às dificuldades provocadas pela pandemia.

“Os comerciantes necessitam muito do nosso apoio e muitos estão habituados a contacto telefónico e nem têm e-mail ou Internet. Já vários [associados] foram à associação nos últimos dias, mas temos a sede fechada e não podemos correr riscos de expormos as pessoas a contágios. Quando se pede para que os contactos sejam reduzidos, não se admite ficar sem comunicações”, referiu Francisco Oliveira.

Queixando-se de “contrassensos enormes” nas normas definidas pelo Governo no âmbito do confinamento decretado devido à pandemia do novo coronavírus, nomeadamente o facto das livrarias, barbeiros e cabeleireiros “que cumprem todas as regras” estarem fechados, o presidente da Acigaia convidou “os responsáveis governamentais a visitar o terreno e trazerem como eles uma equipa da MEO”.

“Já é tudo tão difícil – a restauração também está a sofrer porque o ‘take-away’ não resolve o problema – e mais isto: telefone desligado tanto tempo”, sintetizou.

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