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Quarta-feira, Maio 18, 2022

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Quem tem medo, compra um cão!

Zé Pedro Ferreira

Diretor do Jornal Gaia Semanário

Com o aproximar das eleições autárquicas de outubro (à hora em que escrevo está iminente a apresentação de proposta do PSD para o seu adiamento) começam a surgir candidatos, pseudo-candidatos e, como se de uma guerra se tratasse, começam a afinar-se estratégias em busca da manutenção ou do assalto ao poder.

A falência dos partidos, cada vez mais na ordem do dia e cada vez mais uma evidência, tem levado a que os mesmos percam cada vez mais câmaras e juntas para independentes.

Mas como é que os partidos (por norma incubadoras de tachos e panelas, capazes de fazer corar de inveja qualquer cozinha de um qualquer restaurante) lutam contra esta evidência?

O desejável era que procurassem um aumento de qualidade, que procurassem chegar mais próximo dos eleitores, que procurassem acrescentar valor.

Mas não. Os partidos uniram-se em torno de uma alteração à lei eleitoral, por forma a dificultar ao máximo a candidatura de independentes, num claro assalto ao poder, legal e democraticamente protegido por uma lei que eles próprios construíram, discutiram e aprovaram.

Ou seja, os que deveriam ser defensores da democracia que os elegeu, têm medo dessa mesma democracia, talvez por duvidarem conseguir o objetivo pela qualidade.

Já dizia o meu avô: Quem tem medo, compra um cão!

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