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Estudo destaca procura de Metro do Porto até Devesas e sugere metrobus para Trofa

Linha Santo Ovídio-Devesas-Campo Alegre destaca-se pelos ganhos globais de variações médias diárias anuais e por ser alternativa à actual linha amarela.

O estudo para a expansão do Metro do Porto destaca a procura da ligação entre o Campo Alegre-Devesas (Porto-Gaia), conclui ser “muito interessante” nas linhas de São Mamede (Matosinhos) e Aeroporto-Maia, sugerindo o metrobus para a Trofa.

No estudo sobre a potencial procura de novas linhas da Metro do Porto, a que a Lusa teve acesso, destacou-se o desempenho da linha Santo Ovídio-Devesas-Campo Alegre, conhecida como a “segunda linha de Gaia”, pelos ganhos globais de variações médias diárias anuais (VMDA) e pela vantagem de “oferecer uma efectiva alternativa à actual linha amarela que apresenta já os mais elevados níveis de sobrecarga de toda a rede, sobretudo às horas de ponta”.

Com níveis de procura “bastante modestos” surgem o eixo Maia II (continuação da linha D a partir do Hospital de São João com término e ligação da estação Parque Maia) e ISMAI-Trofa, para os quais deve ser considerada a hipótese do metrobus.

O estudo foi encomendado ao Instituto da Construção da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, a quem coube avaliar a potencial procura nas novas propostas de linhas apresentadas pela Metro do Porto.No documento, foram analisados onze eixos de metro e quatro de metrobus.

A ligação do Porto às Devesas, em Vila Nova de Gaia, contempla seis novas estações (Faculdade de Letras, Arrábida, Candal, Rotunda, Devesas e Gaia Shopping) e uma ligação à rede nas estações Casa da Música e Santo Ovídio.

Num segundo patamar de procura potencial, surge o eixo do Campo Alegre, ligação Galiza – Império, com seis novas estações, que se destaca dos restantes eixos pelo valor elevado do indicador VMDA por quilómetro.

Seguem os eixos Campanhã – Souto (versão com 9 estações), Circular (versão Casa da Música – Roberto Frias), a linha de São Mamede, em Matosinhos, via Fonte do Cuco ou via Senhora da hora, e a linha Aeroporto-Maia que apresentam indicadores de procura “muito interessantes”.

“Não temos dúvidas que de um ponto de vista estratégico, atendendo ao funcionamento do sistema como um todo, a circular Casa da Música – Asprela desempenhará um papel central, sobretudo se, posteriormente, for estendida a Campanhã”, pode ler-se no relatório.

Num quarto e último patamar, com níveis potenciais de desempenho “claramente inferiores”, surgem os eixos Maia II (continuação da linha D a partir da estação Hospital de São João, com término e ligação da estação Parque Maia) e ISMAI-Trofa.

Estes apresentam valores “bastante modestos comparativamente com todos os outros eixos em análise”, devendo, casos seja possível, ser considerada a hipótese de linhas de metrobus em vez de metro.

No que respeita aos quatro eixos propostos para a solução metrobus são: Póvoa de Varzim – Laúndos; Vila do Conde – Rio Mau; Mindelo — Vairão; e Modivas — Aeroporto. O relatório considera que não existe perspectivas de procura potencial mínima para o metro que permita viabilizar uma solução deste género, “talvez” com a excePção da proposta de metrobus Póvoa – Laúndos.

Do relatório consta ainda um apêndice que se debruça sobre o fecho da circular Casa da Música – Campanhã, apresentando uma análise comparativa entre oito versões possíveis.

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