Mata Porco pelo Rancho Folclórico “As Trigueirinhas do Pisão”

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Realizou-se no passado fim-de-semana o tradicional “mata porco” na sede do Grupo Folclórico do Pisão.

As contingências legais não facilitam uma recriação da matança do animal pelo que os responsáveis viram-se, mais uma vez, forçados a comprar o porco já morto e “arranjado”.

No Sábado os amigos reuniram-se em volta do Animal que pendurado e preparado com os cuidados necessários na base do espigueiro marcava posição. Os elementos do Rancho Folclórico “”As Trigueirinhas do Pisão” coloriam a eira, Dançando e Cantando que a noite estava fria. Muita alegria e ritmo que despertou os presentes e seduziu muitos dos amantes do Grupo e do Folclore para um “Pezinho de Dança”.

Os saberes de antigamente, aliado ao empenho e paixão das cozinheiras de serviço transformaram o dito porco num delicioso almoço servido no Domingo a muitos dos sócios e amigos, cerca de 60, envolvidos num ambiente animado, familiar e acolhedor.

Acolhedor pelas pessoas que o envolvem e gerem mas em que o edifício demostra muitas carências estruturais, pouco apelativas, nomeadamente nesta época fria em que se torna difícil aquecer o salão. Frinchas na Madeira que formam as paredes são um dos problemas que preocupa o Presidente da Coletividade Joaquim Fernando Azevedo. “As frinchas nas paredes deixam passar o frio e a chuva, os WC’s são insuficientes e obsoletos, o telhado de Amianto tem obrigatoriamente que ser substituido… são alguns dos problemas detetados e que exigem intervenção urgente.” Estiveram presentes neste evento várias individualidades do panorama político local tal com o Presidente da Junta de Freguesia de Pedroso e Seixezelo Filipe Lopes e vários dos elementos do seu executivo, Presidente da Assembleia de Freguesia Joaquim Tavares, Vereador com o Pelouro da Cultura da Câmara de Gaia Delfim Sousa e o Vice-presidente Patrocínio Azevedo. O evento do fim-de-semana foi a oportunidade da Direcção do Rancho para apresentar aos Sócios e Amigos o projecto “ambicioso e necessário” considera o Presidente Joaquim Fernando, “imprescindível para garantir condignas condições de trabalho aos elementos do grupo e melhores condições de conforto a quem os visita, procurando as- sim cativar mais elementos, sócios e clientes.” A obra permitirá ainda condições para desenvolver iniciativas promotoras do Grupo e de angariação de verbas para sustentabilidade da colectividade. Joaquim Fernando acrescenta, “será ainda uma mais-valia para o Lugar e Freguesia.”

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